UM DESABAFO NA ALVORADA E APESAR DO ALVORADA.




Salve São Jorge para quem é de São jorge, Salve Jorge para quem é guerreiro, Salve Jorge das tradições africanas, Salve Jorge padroeiro da Cavalaria do exército brasileiro,dos escoteiros,da Policia Federal do Rio de Janeiro e de países como Portugal e Inglaterra.
Enfim ,Jorge para todo os gostos e sentimentos!
Salve este  simbolo de guerreiro no momento que uma quadrilha montada nas suas mulas de roubalheira,cafajestes e canalhas brasileiros entre eles políticos malfeitores e patifes e empresários canalhas que vendem e negociam as próprias mães para ganhar uma concorrência de uma obra de onde irão roubar bilhões do povo brasileiro, da saúde, educação,enfim...
E estes partidos políticos espúrios de cafetões do Brasil devem ser extintos e criados outros que representem o nosso orgulho de sermos brasileiros.
Espada de Jorge, o Guerreiro que haverá de enfiar goela à dentro e que deverá derrotar  estes patifes,ralé da nacionalidade brasileira,gentalha desqualificada que depois de pegos em delito flagrante optam por delações premiadas e fazendo pose de vitimas enganadas para não a podrecerem nas cadeias como deveriam apodrecer, junto com estes políticos moleques e infames  que, fingem não ter resistidos aos bilhões oferecidos por esta classe de empresários malditos que, juntamente com os nossos piores governantes levaram a bancarrota a nação brasileira.
Empresários e políticos malditos!
Quem é pior do que quem, ninguém sabe, até que ponto estes corromperam aqueles ou aqueles corromperam estes?
E o mais abominável é ver estes velhacos de cabeça branca babando nas gravatas com suas próstatas hiperplásicas e quase degenerando em doenças piores de consequências fatais e que deveriam estar cuidando de netos, empresários e políticos caquéticos falando como verdadeiras vitimas nas delações premiadas exibidas durante horas em jornais à nível nacional, o que ninguém  aguenta mais.
Políticos e empresários malditos terão na espada de Jorge, o Guerreiro a resposta por terem sido os traidores maiores da pátria deste a grande traição de Joaquim Silvério dos Reis o delator de Tiradentes.
Goelas largas, mãos podres e consciências despudoradas.
Prisão de muitíssimos anos para estes empresários delatores e os políticos vagabundos.
Cristo,filho do Deus poderoso,olhai por nós!

LIMBO-CONTO SURREAL COMPLETO

TEXTO DE AUTORIA DA BLOGUEIRA E ESCRITORA ANA BAILUNE.

RETIRADO DO SEU BLOG :HISTÓRIAS POR ANA BAILUNE COM A DEVIDA PERMISSÃO. LINK: https://anabailunecontos.blogspot.com.br/

Estou aqui, sozinha. Às vezes fica tudo muito confuso, e não consigo me lembrar do que fiz há apenas alguns minutos – acho que o tempo aqui é um conceito totalmente abstrato, e se uso a palavra ‘tempo’, é por falta de uma denominação melhor. A cada dia eu desperto sem saber há quanto tempo estive dormindo. A cada dia eu adormeço sem perceber que isso vai acontecer.
Levo algum tempo para lembrar-me de tudo quando acordo. Esfrego os olhos e o pensamento antes de me lembrar que estou aqui, talvez há um tempo longo demais, e não sei quanto tempo mais eu terei que ficar. Não sei o que fui antes. Não me lembro de nada, embora eu possa sentir, por questão de milissegundos, um aroma que me arremete para trás e rapidamente me traz de volta. Ou então ouço uma risada que me parece familiar, mesmo que ela só dure menos que um milésimo de segundo. Tento agarrar-me a alguma dessas supostas lembranças, mas elas brincam de esconder.

Há um bosque. Escuto passarinhos enquanto passeio por ele, e vejo suas sombras se movendo entre as árvores. Ouço o barulho de um córrego, mas nunca consigo chegar até ele. O verde é quase um veludo de musgo, uma cor que não sei definir, mas diferente do verde que penso ter conhecido um dia. As cores são as mesmas – posso denominá-las como verdes, azuis, amarelas, brancas, vermelhas. Mas ao mesmo tempo, elas são diferentes dos verdes, azuis, amarelos, brancos e vermelhos dos quais eu me esqueci. 

Há uma casa. Volto para ela quando o sol começa a avermelhar o horizonte. Temo a escuridão. Sempre que volto, encontro velas acesas em todos os cômodos, mas não sei como elas surgem. Só sei que estão ali. fecho as portas e janelas para não ver o que há lá fora, se movimentando na escuridão. Sei que há alguma coisa, e ela me causa medo, seja o que for. Tranco-me no quarto com a grande cama de dossel. Desço o véu e fecho os olhos, e tudo desaparece.

Há livros. Eu os leio e releio, mas logo me esqueço do que está escrito, então eu leio tudo outra vez. Para logo esquecer-me de novo. As capas são muito antigas. As letras nas capas são douradas e rebuscadas, e as lombadas, grossas e gastas. Parece que esses livros já foram lidos muitas vezes, por outras pessoas. Na última página de cada um deles, sempre está escrito à caneta tinteiro: “Um dia, você vai lembrar de tudo.”

Há música. Ela é suave e começa a tocar de repente, sem que eu tenha controle e sem que eu saiba de onde ela vem. Parece estar em todo lugar. É doce, ritmada e suave. Nunca ouvi nada parecido, mesmo sabendo que se eu tivesse ouvido, certamente não me lembraria. A música às vezes me faz chorar, pois ela é tão triste e tão bonita ao mesmo tempo... mas ela me alimenta. Assim como o vento: fico lá fora, de braços abertos em direção ao bosque, e quando o vento vem, eu abro bem a boca. Não sei porque eu faço isso, mas parece ser a coisa certa a se fazer. Porque aqui não existe nenhuma água e nenhuma comida. Preciso me alimentar de alguma coisa, e acho – sei – que a música e o vento servem para este propósito. 

Há um vestido. Ele me espera sempre que eu acordo. Ele é azul, e o tecido é leve e esvoaçante. Parece-se com um céu de crepúsculo, quando as estrelas começam a surgir. A barra é da cor do horizonte quando o sol se põe, sendo que a parte mais escura, que fica sobre os pés, é de um roxo avermelhado vivo. O vestido vai clareando até a parte de cima, e torna-se branco nas mangas. Usá-lo faz com que eu me sinta muito especial, mas eu não sei para que. Nem porquê. Todas as noites, antes de deitar-me, eu dispo o vestido e o coloco sobre a cadeira – acho. Na verdade, eu não tenho certeza. Só sei que quando eu acordo, estou nua, e o vestido está lá, me esperando, como se alguém o tivesse lavado e passado. 

Há um par de sapatos. Eles são de tecido, uma espécie de cetim de cor bege, macios e silenciosos. Quando eu os calço, é como se eu deslizasse pelo chão de mármore quadriculado da casa, sem fazer qualquer ruído ou deixar qualquer marca. É engraçado, porque eu às vezes sinto como se meus pés não tocassem o chão realmente, como se eu deslizasse a alguns centímetros acima do piso. Pareço flutuar. Sinto como se eu dançasse, e quando isso acontece, começo a rodopiar à música que toca, e então eu me perco de mim, do cenário que me cerca e eu não sei o que acontece, para onde eu vou, para onde tais sapatos me levam.

Há sonhos. Quando eu acordo, eu sei que passei muito tempo em outro lugar, com pessoas que eu devo conhecer muito bem, mas das quais eu não guardo a menor lembrança. Mesmo assim, sinto saudades delas. Isso faz com que acordar seja bem melancólico, mas logo me esqueço de tudo, até mesmo das pessoas dos sonhos. Mas fica um rosto, que aparece e desaparece em lampejos muito rápidos. É engraçado vê-lo aparecer e desaparecer da minha frente, e lembrar-me dele e esquecê-lo logo imediatamente. Em questão de segundos, sinto dor e indiferença. Há o reconhecimento e o esquecimento. Posso ficar deitada na cama, vivendo isso até que olho para o vestido e o par de sapatos, e então eu os visto e vou até o bosque.

Há silêncio. Ele goteja das paredes sem fazer qualquer ruído, mas ecoando pela casa toda. Ele penetra a minha pele, dando uma sensação gelada de medo, e de alívio. Ele desliza entre as copas das árvores do bosque, e entra pelos olhos dos passarinhos, transformando-se em canto. Ele me aperta pela cintura, e me conduz para dentro de um lugar que eu sei ser eu mesma, e me obriga a olhar em um espelho. É difícil e doloroso. Mas eu nunca me lembro o que eu vi quando olhei. O silêncio ensurdecedor fala comigo. Ele me agita, me acalma, me atiça e me protege. 

Há coisas das quais eu gostaria de me lembrar, mas acho que há mais coisas das quais eu gostaria de me esquecer para sempre. Talvez por isso eu fique aqui, protegida delas. Talvez por isso eu só tenha este vestido, feito de gaze de céu noturno, e esse bosque em volta de mim feito uma redoma que me protege daquilo que está além, mas que também me isola de mim mesma e do que eu não quero ver, nem lembrar. Talvez por isso haja livros que eu leio, e que me dizem a verdade, e ela seja tão dolorosa, que eu me esqueço do que li. E a música pode ser o meu último contato com a realidade, e as cores, eu mesma as inventei para que pudesse pintar o meu mundo da maneira que eu mesma escolhi. Calço meu par de sapatos mágicos e caminho pelo mundo do esquecimento. Ninguém há de se lembrar de mim, e eu não mais me lembrarei de ninguém.

Eu e o silêncio caminhamos de mãos dadas, e eu o suporto porque posso fingir que não o escuto.


OS BRASILEIROS ESTÃO FAZENDO MENOS SEXO???


                                                                               


Fazendo uma atualização do noticiário nos principais sites noticiosos e jornais online, nos deparamos com a pesquisa: "Brasileiro faz cada vez menos sexo", publicada no O DIA online e de responsabilidade do Instituto do Casal.
Analisaremos de um dos muitos percentuais no qual verificou-se que para 73% dos casais a vida sexual tinha piorado, apesar de vocês acharem que fiquei maluco,ficamos exultantes em saber que para uma expressiva quantidade de 27% continuavam fazendo.
Explico: Existe hoje no Brasil aquilo que eu chamo de Conjunção Catastrófica de Malignidades que tem através da mídia brasileira sua repercussão maior, ou seja, parece que combinaram para que tudo que pudesse acontecer de pior ao país, explodisse nestes últimos meses sob a égide e coordenado pelo maligno e diabólico Senhor do Mal.
Quando antigamente se falava que um presidente da republica estava entalado até o pescoço por uma negociata infame com um Fiat Elba de valor irrisório e por aquela razão teria sofrido impeachment , achamos que,atualmente milhão de dólares destinado a comprar políticos virou esmola de última categoria.
Só se fala em bilhões distribuídos para a imensa maioria dos partidos políticos sem exceção e os noticiários quando não falam de roubalheira, falam de roubalheira e para não sermos injustos outros falam também, de roubalheira da classe politica e empresarial .
Entre uma desgraça e outra acrescentam estupros de crianças,assassinatos de amantes,mortes as centenas de policiais e criminosos,fotos e videos inacreditáveis de violência urbana  e o escambau!
Quando já não aguentamos mais desta realidade aí sim, outro noticiário mais diversificado invade nossas casas e desta vez é para dizer que estamos comemos carne podre!
Como assim?
Pois é, conluio de fiscais e frigoríficos colocam papelão nas nossas ingênuas salsichas e entopem de água aquele frago inocente com muita água para aumentar-lhe o peso.
E apesar desta Sodoma e Gomorra moral 27% dos brasileiros ainda continuam fazendo sexo!
A pesquisa tenta chamar a atenção para os 73% que não fazem mais, porém, do ponto vista da realidade brasileira aqueles que continuam fazendo para os que fizeram a pesquisa, deveriam ser internados por estarem com sérios distúrbios de conduta!
Depois disto disto, apesar disto tudo, sabedor disto tudo e vendo seu salário acabar entre o dia primeiro e quinto de cada mês e ainda saber que o governo anuncia que as aposentadorias futuras serão só para aqueles que completarem cem anos de contribuição previdenciária e terem cento e vinte anos de idade, e continuam a fazer sexo, estes seres humanos seriam absolutamente doentes,anormais sob todos os aspectos e merecedores de estudos profundos pela Organização Mundial de Saúde!
Sei que a pesquisa quis demostrar que o brasileiro, notadamente conhecido como "bom de cama" tenha caído dela.
Mas, muito pelo contrário eu lhes afirmo que, somos verdadeiros búfalos e búfalas no cio, eternos amantes latinos,insaciáveis predadores sexuais pois, apesar do mundo estar acabando, os homens não deixam murchar sua virilidade e as mulheres de continuar abrindo generosamente a inigualável fonte de prazer humana.
Então, a grande verdade é que a imensa maioria,está se deixando impressionar por muito pouco!
Quer que eu minta?

ESTOU FELIZ POR AQUI.



                                                                         
                                                                                             



É verdade, feliz! 
Afinal debaixo daqueles entulhos de problemas saíram finalmente , os materiais limpos, reluzentes e maravilhosos dos mais puros sentimentos e atitudes que sempre esperei encontrar depois de ter mergulhado fundo em tanta sujeira, daquele lixão abominável que deixei para trás.
Sempre costumo dizer que se quisermos em alguns casos nos decepcionarmos inteiramente com as pessoas basta que, a conheçamos em profundidade.
E esta relação de profundidade incluiu ver escovar os dentes, ver sentada no vaso sanitário, acordar juntos na mesma cama e perguntar quem vai tomar banho primeiro.
Não precisam ser muitos anos, podem ser poucos dias ou algumas horas é verdade, talvez bastem ,para aquele céu azulado  e pintado de azul com infinitos pontinhos brilhantes e latejantes sobre a nossas cabeças , se transformem numa chuva de desilusões que jamais esperaríamos..
O ser humano é bom, nasce bom e continuará bom, se encontrar afetivamente, uma outra pessoa que o faça feliz.
E agora é que entramos no túnel interminável das explicações do que é a felicidade, túnel que às vezes começa no nada e termina em lugar nenhum.
Felicidade pode ser chegar mais cedo ao encontro ou mais tarde só para deixar a outra pessoa ansiosa.
Felicidade é também o simples fato de ter acordado,poder olhar ao redor,saber que ainda estamos vivos,sentir pela manhã o aroma inconfundível do café feito na hora e se estiver chovendo, os barulhos dos pingos da chuva sobre as folhas e, se acompanhados, podermos nos enroscar no corpo que quer com o nosso corpo, fazer o mesmo!
Estou feliz por aqui e as razões são muito pouco objetivas, não saberia descrever as causas, analisar pontos e muito mesmo acreditar que sei porque o dia será maravilhoso.
Estaria mentindo para mim mesmo pois, não sou profeta, vidente e muito menos sensitivo e se querem saber nem gostaria, pois nada mais formidável nesta vida do que constatarmos que o inesperado nos fez um surpresa.
Nada planejado, sem planilhas, máquinas de cálculos ou avançados programas de computação, e sim, coisas que acontecem porque pensamos, sentimos chegar e de repente bate a porta da nossa existência alguém, cujo sorriso no fará querer ser imortais para nunca o perdermos.
Da última vez que isto aconteceu, alguém que bateu a minha porta, vestindo uma blusinha branca,uma pantalona preta e sorriu tão lindo que hoje estou feliz por aqui pois, minha vontade é a de ser realmente, imortal!

A CRÔNICA QUE JAMAIS PUBLICAREI.

                               

                                                                     
Entre os inevitáveis destroços do desabamento prematuro e a esperança de uma reconstrução futura em bases outras -porém de sentimentos os mesmos, com formas diferentes, modelos distintos e amor igual -vou por aqui sacudindo a poeira, escorrendo os lamacentos vestígios que chegaram à alma que ficou muito feia.
Nem sei se darei a mim mesmo a chance de recriar,acho que perdi o trem,o minuto agora já é inevitavelmente o anterior e as horas são outras e de um dia que foi ontem.
Como pensar no amanhã se tudo é pretérito e os deuses conspiram de cara amarrada, bufando vingança e exigindo reparação?
Batem as portas dos meus erros mais inconfessáveis e pedem indenizações muito altas e que eu não as poderia cobrir com este meu esgarçado e sôfrego orçamento afetivo que restou.
Céu negro, de nuvens acomodadas em linhas de instabilidades iminentes vai desabar e nem guarda–chuvas providenciei e o que é pior, será intensa e sob forma de um temido temporal raivoso, exigindo um teto e de concreto armado para me proteger.
Vasculho em volta, não tem nenhum, nem concreto e muito menos um teto!
Estou em meio ao descampado das minhas ruínas, sem nada no qual eu possa abrir uma porta ou fechar em segurança, muito menos ter um abrigo para proteção.
Olho para o alto e ouço uma voz,são os ecos da minha consciência e muitos pássaros voando,eles correm, fogem também,da tempestade que vai chegar, serão correntes de ar desastrosas quentes e devastadoras levando tudo de roldão,estapafúrdia antevisão dos Quintos dos infernos que Dante Alighieri já havia descrito, em poemas, nesta vida insensata da nossa Divina Comédia!
Treme o chão, e até Smetana pai musical do Rio Moldava, espanta-se pois são águas que avolumam-se por terra com uma fúria que jamais sua imaginação naquele rio criado e imortalizado em peça clássica, poderia imaginar.
Em posição humilde de genuflexão, dobro joelhos e encosto o rosto no solo frio,árido,e de repente tenho a impressão que havia achado a beleza de um rosto perdido a encontrar o meu.
Não era, é sim um Lírio do campo, presente do único Deus,esse menos raivoso,furioso,irritado vingativo e não clamava por retaliações inevitáveis e acolhia assim minhas ultimas forças,derradeira vontade de unir amor e paz,flor e canção,perdão e aceitação.
Um canto Gregoriano invade meus ouvidos, são todos em tons de sopranos e suas variações mais próximas, todos com lindas modulações de um cantar angelical, acima da terra,do bem e do mal,do certo e do errado,apenas que eleva, chora contrito , pesaroso e envolve,estende a mão e no palco daquela grande performance,desancoro e desaferro daquele porto de triste solidão.
-“Existe um mundo menos cruel, exigente, inflexível e desumano ,sim” -retruco para a acidez das cobranças férreas de mãos implacáveis e seus tacapes impiedosos que decapitam cabeças.
Então, o céu volta a ter um azul condescendente e acolhedor.
Nuvens agora, são imensos blocos de algodão suspensos e leves.
Estou próximo a um altar ou seria uma mesa consagrada aos sacrifícios religiosos?
É uma gruta,escura com muitas chamas de velas, nas pouca iluminação.
Forço a visão, concentro o olfato que encontra o odor de cera e desperta , agora sim,uma maravilhosa visão de um santo.
Que santo?
Espera... É com certeza , São Judas Tadeu!
Abraça-me com ternura e atrás dele em uma parede, um número mágico e iluminado:301.

Estou em casa!